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A Revolução Industrial é um dos períodos da história que mais aparece no Enem e nos principais vestibulares do país.

Foi uma época marcada por um grande desenvolvimento tecnológico, tendo início na Inglaterra, a partir da segunda metade do século XVIII.

Sua principal característica foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e o uso das máquinas no processo produtivo.

Esse avanço tecnológico se espalhou pelo mundo todo, causando grandes transformações em nossa sociedade. Ele garantiu o surgimento da indústria e consolidou o processo de formação do capitalismo.

É por isso que esse conteúdo é cobrado de forma tão frequente nos principais concursos vestibulares, especialmente no Enem.

Pensando nisso, trazemos neste artigo tudo o que você precisa saber sobre esse assunto, incluindo as causas, consequências e um resumo do conteúdo.

Aqui você vai conferir:
Por que a Inglaterra liderou a Primeira Revolução Industrial
Resumo da Primeira Revolução Industrial
As 4 fases da Revolução Industrial
As consequências da Revolução Industrial
Questões do Enem sobre Revolução Industrial para praticar

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Por que a Inglaterra liderou a Primeira Revolução Industrial

Por mais que tenha se iniciado no século XVIII, a Revolução Industrial não foi um processo exclusivo desse período da história.

Muito pelo contrário: ela se estendeu por diversos séculos e ainda está presente nos dias de hoje, afinal os avanços tecnológicos nunca pararam de acontecer.

Em função disso, para fins didáticos, divide-se a Revolução Industrial em fases.

A Primeira Revolução Industrial marca o período em que se identificaram os primeiros avanços, na Inglaterra.

Mas você já se perguntou por que a Primeira Revolução Industrial foi essencialmente um fenômeno inglês?

Abaixo, apresentamos algumas das principais fatores que explicam isso:

Isolamento geográfico

Se você está por dentro dos acontecimentos dos séculos XVII e XVIII, deve lembrar que durante esse período a Europa foi um verdadeiro campo de batalha, com diferentes guerras acontecendo por todo o território.

Isso causou a destruição de diversas nações, mas com a Inglaterra a situação foi um pouco diferente.

Mesmo nas guerras em que os ingleses estiveram envolvidos, seu território permaneceu preservado. Afinal, o acesso às ilhas britânicas não era tão simples na época. A última invasão das ilhas havia ocorrido em 1066.

Assim, a vida econômica e social inglesa era muito menos afetada pelas guerras.

Por isso, o isolamento geográfico foi um dos fatores que possibilitou que a Inglaterra prosperasse e avançasse em termos de tecnologia antes das outras nações da época.

Comércio Marítimo

Outro fator que possibilitou o pioneirismo inglês na Revolução Industrial foi seu comércio marítimo.

Enquanto outras regiões contavam com rotas terrestres, mais demoradas e menos diversas, a Inglaterra priorizava o comércio marítimo com o resto do mundo.

O comércio marítimo era regulado pelos Atos de Navegação, que por 200 anos garantiram um ambiente econômico protecionista para os britânicos.

Essas leis determinavam que as mercadorias compradas e vendidas pela Inglaterra só seriam transportadas por embarcações inglesas.

Isso alterou as rotas marítimas inglesas e transformou o país na maior potência comercial do mundo, dando início ao processo de acumulação de capital no país.

Esse capital excedente foi utilizado no desenvolvimento das máquinas, tempos depois.

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Matérias-primas

Outro fator importante é que as principais matérias-primas da Primeira Revolução Industrial eram abundantes nas ilhas britânicas, como carvão-mineral, minério de ferro e a madeira

Essas matérias eram essenciais para a construção das máquinas e para seu funcionamento (à base do vapor da água).

Contexto político

Além do que mencionamos anteriormente, para compreender o pioneirismo inglês é importante conhecer o contexto histórico e político desta nação.

Por exemplo, a Inglaterra foi o primeiro grande país europeu que acabou com a monarquia absolutista, a partir da guerra civil de 1642 e da execução do Rei Carlos.

Esse processo culminou na Revolução Gloriosa, de 1689, que instituiu uma monarquia constitucional parlamentarista, com maiores garantias de liberdade individuais e de estrutura jurídica para os negócios.

Com isso, houve um crescimento no poder político dos comerciantes aristocratas.

Ou seja, o desenvolvimento tecnológico e industrial que aconteceu na Inglaterra só foi possível pelo estabelecimento precoce da burguesia no poder inglês.

Com a burguesia consolidada no poder, esse grupo começou a tomar medidas que fortaleciam e atendiam seus interesses economicamente, o que impulsionou as mudanças nos processos produtivos.

Além disso, outro fator a ser considerado é a abundância de mão de obra barata que a Inglaterra tinha no século XVIII, fruto dos cercamentos que forçaram os camponeses ingleses a mudarem-se para as cidades.

Esses cercamentos eram resultado das Leis Cercamento, que permitiam que as terras comuns utilizadas pelos camponeses fossem cercadas e transformadas em pasto para a criação de ovelhas.

Assim, os camponeses começaram a ser expulsos de suas terras, sendo obrigados a irem para o único lugar onde poderiam obter um sustento: as cidades.

Lá, tornaram-se mão de obra para as indústrias, e essa grande disponibilidade dava aos patrões um poder de pressão sobre o salário dos trabalhadores.

Com todos esses fatores, a Inglaterra de meados do século XVIII era o único lugar que reunia uma série de condições para que a Revolução Industrial acontecesse.

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Resumo da Primeira Revolução Industrial

revolução industrial - imagem ilustrativa do funcionamento de uma fábrica

Agora que você já sabe porque a Inglaterra foi o berço da Revolução Industrial, que tal conferir um pequeno resumo desse fenômeno?

Abaixo, trazemos alguns tópicos importantes sobre a Revolução Industrial para você começar seus estudos, confira:

  • Como vimos no tópico anterior, a Inglaterra foi a pioneira do desenvolvimento industrial por ser a nação que possuía as condições necessárias para desencadear esse processo;
  • O ponto de partida da Revolução Industrial foi o desenvolvimento da máquina a vapor;
  • E a principal particularidade dessa revolução foi a substituição do trabalho artesanal pelo assalariado e o uso das máquinas nos processos produtivos;
  • Esse processo trouxe transformações no modo de produção das mercadorias e nas relações de trabalho;
  • Durante esse movimento, os trabalhadores, intensamente explorados, mobilizaram-se em organizações e coordenaram dois movimentos: o ludismo e o cartismo.
  • A Revolução Industrial, mesmo que não tenha tido rupturas, foi dividida em fases que representam um processo evolutivo tecnológico que transformou o setor econômico e social. Atualmente, é possível identificar 4 fases;
  • As principais consequências da Revolução Industrial foram as novas relações de trabalho; a consolidação do capitalismo; a industrialização dos países; a expansão do imperialismo; o êxodo rural e a urbanização; os avanços nos campos da medicina, do transporte e das telecomunicações; o aumento da capacidade produtiva e do consumo; e os impactos ambientais negativos.

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As 4 fases da Revolução Industrial

A Revolução Industrial, iniciada em meados do século XVIII, limitou-se à Inglaterra. Contudo, os avanços alcançados possibilitaram novas transformações para além da Europa ocidental.

Esses desdobramentos ficaram conhecidos como fases da Revolução Industrial e representam o desenvolvimento das sociedades mediante às tecnologias empregadas em cada período.

Confira a seguir mais sobre cada uma dessas fases:

Primeira Revolução Industrial

A Primeira Revolução Industrial teve início na Inglaterra no século XVIII e durou de 1750 a 1850.

Essa primeira fase ficou marcada pelas diversas descobertas que favoreceram a expansão das indústrias, o progresso técnico e científico e a introdução das máquinas.

O destaque desse primeiro momento foi a implantação do sistema fabril, impulsionada pelas invenções da máquina de fiar, o tear mecânico e a máquina a vapor.

Essa mecanização dos processos — anteriormente manufaturados — permitiu a expansão das indústrias têxtil, metalúrgica, siderúrgica e dos transportes. E o uso do carvão para alimentar as máquinas foi essencial nesse momento.

Como resultado, observamos o aumento da produção, o desenvolvimento do comércio internacional e o aumento do mercado consumidor.

A classe burguesa esteve à frente desse processo, afinal ela que detinha recursos e ansiava pelo lucro.

É nessa fase que também surge a classe operária ou trabalhadora, chamada de proletariado, mão de obra barata explorada nas fábricas.

Vale lembrar que nessa época a Revolução Industrial ocorreu na Inglaterra, o que transformou Londres na mais importante capital financeira internacional e o país em uma grande potência econômica dominante.

Apenas mais tarde, os avanços tecnológicos se expandiram para outros países europeus.

Segunda Revolução Industrial

A Segunda Revolução Industrial começou em meados do século XIX e durou de 1850 a 1950. Esse período foi marcado pela consolidação do progresso científico e tecnológico, se espalhando por outros países da Europa, como França e Alemanha.

Foi uma fase de muitas descobertas, que ajudaram a impulsionar o processo de industrialização, como:

  • a invenção da lâmpada incandescente;
  • criação dos meios de comunicação (telégrafo, telefone, televisão, cinema e rádio);
  • avanços na área da medicina e da química, como a descoberta dos antibióticos e das vacinas.

Além disso, avanços nos processos de utilização do aço foram essenciais para a construção de máquinas, pontes e fábricas nesse período.

Vale ainda ressaltar que o aço foi essencial para a construção dos trilhos das ferrovias, marcando consideravelmente o avanço dos meios de transportes. O automóvel e o avião também foram inventados nessa época.

Foi nesse período também que se instaurou uma nova configuração do uso das fontes de energia, com o petróleo ganhando protagonismo. Além de servir de combustível, ele foi importante para a produção de produtos derivados, com destaque para o plástico.

Esse conjunto de mudanças e invenções foram essenciais para revolucionar o sistema industrial. Elas trouxeram um novo panorama para a vida social e econômica da população.

Contudo, ao mesmo tempo em que o progresso foi se mostrando favorável, por outro lado, as condições dos trabalhadores das fábricas eram precárias, incluindo duras e longas jornadas de trabalho e baixa remuneração.

Isso foi aumentando cada vez mais as desigualdades sociais e, assim, começaram a surgir os sindicatos em defesa dos direitos dos trabalhadores.

Outro ponto que não podemos deixar de mencionar é o surgimento do fordismo e do taylorismo, que vieram revolucionar o sistema de produção das fábricas com as famosas esteiras rolantes.

Eles dinamizaram e otimizaram o processo, enquanto geravam mais lucro para a classe detentora dos meios de produção, barateando ainda mais o custo dos produtos.

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revolução industrial - imagem da classe proletária

Terceira Revolução Industrial

A Terceira Revolução Industrial começou em meados do século XX.

Foi nesse momento que ocorreu um grande avanço da ciência, da tecnologia, da informática — com o surgimento de computadores, criação da internet, dos softwares e dos dispositivos móveis —, da robótica e da eletrônica.

Na área das ciências, merece destaque o desenvolvimento da engenharia genética e biotecnologia, com a produção em massa de diversos medicamentos e avanços da medicina.

Embora o uso de outras fontes de energia já tivesse evoluído anteriormente, nesse momento, surge a energia atômica com o uso de elementos radioativos, especialmente o urânio.

Outro importante marco dessa fase foi a conquista espacial, quando Neil Armstrong chegou à lua em 1969, revelando a força e as conquistas tecnológicas do ser humano.

O fato se deu no período conhecido como Guerra Fria, em que a corrida espacial foi travada entre os Estados Unidos e a União Soviética. Isso demonstrou ainda mais os avanços nas áreas da tecnologia e da produção de armamentos.

Nos avanços da metalurgia, as descobertas químicas foram essenciais para seu progresso. Houve o surgimento de novas ligas metálicas que proporcionaram o avanço dos meios de transportes, com a construção de naves espaciais e aeronaves.

Quanto aos trabalhadores, os direitos trabalhistas começam a se ampliar, diminuindo as horas de trabalho, incluindo benefícios e proibindo o trabalho infantil.

Todos esses fatores foram essenciais para a modernização das indústrias.

Quarta Revolução Industrial

Atualmente, estamos vivendo a Quarta Revolução Industrial.

O conceito de Quarta Revolução Industrial foi dado em 2016 por Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, em uma obra homônima.

"A Quarta Revolução Industrial gera um mundo em que os sistemas de fabricação virtuais e físicos cooperam entre si de uma maneira flexível a nível global. Porém, não consiste somente em sistemas inteligentes e conectados. Seu alcance é mais amplo e vai desde o sequenciamento genético até a nanotecnologia, e das energias renováveis à computação quântica. É a fusão destas tecnologias e sua interação por meio dos domínios físicos, digitais e biológicos que fazem com que a Quarta Revolução Industrial seja diferente das anteriores", explica Schwab em sua obra.

A Inteligência Artificial se apresenta como uma das tecnologias fundamentais na profunda transformação da economia, da sociedade e do mercado de trabalho dessa fase.

As consequências da Revolução Industrial

A Revolução Industrial não transformou só o setor econômico e industrial, como também as relações sociais, os padrões de consumo e até o meio ambiente.

Cada fase da revolução representou diferentes mudanças e consequências mediante os avanços obtidos em cada período.

A seguir, falamos sobre as principais transformações em cada fase do processo de Revolução Industrial:

  • Primeira Revolução Industrial

Nesse período, houve um aumento significativo de indústrias, bem como da produtividade (produção em menor tempo).

O homem, ao ser substituído pela máquina, saiu da zona rural para ir para as cidades em busca de novas oportunidades, dando início ao processo de urbanização.

Esse processo culminou no crescimento desenfreado das cidades, na marginalização de boa parte da população, bem como em problemas de ordem social, como miséria, violência e fome.

Nessa fase, a sociedade também organizou-se em dois polos: de um lado a burguesia e do outro o proletariado.

  • Segunda Revolução Industrial

Essa fase teve como principais consequências, o aumento da produção em massa em bem menos tempo e, consequentemente, o aumento do comércio e modificação nos padrões de consumo.

Nesse período, muitos países passaram a se industrializar, especialmente os mais ricos, dominando, então, economicamente, diversos outros países para expansão territorial e exploração de matéria-prima.

O avanço nos transportes possibilitou também maior e melhor escoamento de mercadorias e trânsito de pessoas.

Além disso, surgiram as grandes cidades e com elas também os problemas como superpopulação, aumento das doenças e desemprego.

revolução industrial - fábricas a pleno vapor

  • Terceira Revolução Industrial

A Terceira Revolução Industrial e a nova integração entre ciência, tecnologia e produção possibilitaram avanços em diversos campos, como na medicina, informática e robótica:

  • Foram criado robôs capazes de fazer trabalho extremamente minucioso e preciso;
  • Houve avanços na área da genética, trazendo novas técnicas que melhoraram a qualidade de vida das pessoas;
  • Diminuição das distâncias entre os povos e a maior difusão de notícias e informações por meio de novos meios de comunicação.

Foi nesse período que o capitalismo financeiro se consolidou e houve aumento do número de empresas multinacionais.

Em relação a Quarta Revolução Industrial, ainda não é possível identificarmos as consequências. Afinal, é uma fase que ainda está em curso.

Questões do Enem sobre Revolução Industrial para praticar

1 - (Enem 2016) Em virtude da importância dos grandes volumes de matérias-primas na indústria química — eram necessárias dez a doze toneladas de ingredientes para fabricar uma tonelada de soda —, a indústria teve uma localização bem definida quase que desde o início. Os três centros principais eram a área de Glasgow e as margens do Mersey e do Tyne.

LANDES, D. S. Prometeu desacorrentado: transformação tecnológica e desenvolvimento industrial na Europa ocidental, desde 1750 até a nossa época. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994.

A relação entre a localização das indústrias químicas e a das matérias-primas, nos primórdios da Revolução Industrial, provocou a

A) busca pela isenção de impostos.
B) intensa qualificação da mão de obra.
C) diminuição da distância dos mercados consumidores.
D) concentração da produção em determinadas regiões do país.
E) necessidade do desenvolvimento de sistemas de comunicação.

✅ Gabarito: D

2 - (Enem/2018) A partir da segunda metade do século XVIII, com a primeira Revolução Industrial e o nascimento do proletariado, cresceram as pressões por uma maior participação política, e a urbanização intensificou-se, recriando uma paisagem social muito distinta da que antes existia.

QUINTANEIRO, T.; BARBOSA, M. L. O.; OLIVEIRA, M. G. Um toque de clássicos: Marx, Durkheim e Weber. Belo Horizonte: UFMG, 2002.

As mudanças citadas foram conduzidas principalmente pelos seguintes atores sociais:

A) Burguesia e trabalhadores assalariados.
B) Igreja e corporações de ofício.
C) Realeza e comerciantes
D) Campesinato e artesãos.
E )Nobreza e artífices.

✅ Gabarito: A

3 - (Enem/2010) Os cercamentos do século XVIII podem ser considerados como sínteses das transformações que levaram à consolidação do capitalismo na Inglaterra. Em primeiro lugar, porque sua especialização exigiu uma articulação fundamental com o mercado. Como se concentravam na atividade de produção de lã, a realização da renda dependeu dos mercados, de novas tecnologias de beneficiamento do produto e do emprego de novos tipos de ovelhas. Em segundo lugar, concentrou-se na inter-relação do campo com a cidade e, num primeiro momento, também se vinculou à liberação de mão de obra.

RODRIGUES, A. E. M. Revoluções burguesas. In: REIS FILHO, D. A. et al (Orgs.) O Século XX, v. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000 (adaptado).

Outra consequência dos cercamentos que teria contribuído para a Revolução Industrial na Inglaterra foi o

A) aumento do consumo interno.
B) congelamento do salário mínimo.
C) fortalecimento dos sindicatos proletários.
D) enfraquecimento da burguesia industrial.
E) desmembramento das propriedades improdutivas.

✅ Gabarito: A

4 - (Enem/2016) A Segunda Revolução Industrial, no final do século XIX e início do século XX, nos EUA, período em que a eletricidade passou gradativamente a fazer parte do cotidiano das cidades e a alimentar os motores das fábricas, caracterizou-se pela administração científica do trabalho e pela produção em série.

MERLO, A. R. C.; LAPIS, N. L. A saúde e os processos de trabalho no capitalismo: reflexões na interface da psicodinâmica do trabalho e da sociologia do trabalho. Psicologia e Sociedade, n. 1, abr. 2007.

De acordo com o texto, na primeira metade do século XX, o capitalismo produziu um novo espaço geoeconômico e uma revolução que está relacionada com a

A) proliferação de pequenas e médias empresas, que se equiparam com as novas tecnologias e aumentaram a produção, com aporte do grande capital.
B) técnica de produção fordista, que instituiu a divisão e a hierarquização do trabalho, em que cada trabalhador realizava apenas uma etapa do processo produtivo.
C) passagem do sistema de produção artesanal para o sistema de produção fabril, concentrando-se, principalmente, na produção têxtil destinada ao mercado interno.
D) independência política das nações colonizadas, que permitiu igualdade nas relações econômicas entre os países produtores de matérias-primas e os países industrializados.
E) constituição de uma classe de assalariados, que possuíam como fonte de subsistência a venda de sua força de trabalho e que lutavam pela melhoria das condições de trabalho nas fábricas.

✅ Gabarito: B

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