Você já foi em algum restaurante, loja ou evento por conta da experiência que ele oferecia? Provavelmente, sim! Arriscamos dizer até mesmo que você já pagou mais caro por uma experiência diferenciada — seja pelo atendimento ou personalização do serviço.

Pois bem, essa tendência pode parecer uma vivência simples, mas ela demonstra um novo tipo de economia que está se consolidando cada vez mais no mercado: a Economia da Experiência.

Esse conceito foi utilizado pela primeira vez em 1998 e hoje, décadas depois, está mais presente do que nunca em nossa sociedade.

Starbucks, Airbnb, Spotify, Uber e Nubank são exemplos de marcas que se beneficiam da Economia da Experiência. Elas têm o consumidor como principal foco, abrindo diversas possibilidades de reconhecimento nesse novo modelo econômico.

Neste artigo, falamos mais sobre a Economia da Experiência e como você pode se preparar para esse novo contexto.

Aqui você vai var:
O que é a Economia da Experiência
Habilidades para atuar na Economia da Experiência
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O que é a Economia da Experiência

O conceito de Economia da Experiência apareceu pela primeira vez em um artigo de 1998 da Harvard Business Review. Intitulado “Bem-vindo à economia da experiência”, o documento foi escrito pelos autores B. Joseph Pine II e James H. Gilmore.

“As empresas líderes do mercado – que vendem para consumidores ou para empresas –, descobrirão que o próximo campo de batalha do mercado competitivo será a criação de experiências para o consumidor”, explicaram os autores no texto.

Eles comentam que depois das economias Agrária, Industrial e de Serviços se consolidará a Economia da Experiência.

O artigo, escrito há algumas décadas atrás, retrata um cenário que já faz parte da nossa realidade. Afinal, vemos cada vez mais o consumo sendo totalmente impulsionado e ligado às experiências que as marcas oferecem.

Dessa forma, podemos dizer que a experiência passa a ser o que move a economia atual.

A Economia da Experiência é pautada na satisfação do cliente, com abordagens e posturas que colocam o consumidor no foco do processo de consumo e vendas.

Nesse contexto, o preço é o que menos importa, e as empresas se preocupam mais em oferecer experiência de excelência.

Existem diversas organizações na atualidade que já atuam dentro desse novo modelo econômico. Uma das mais conhecidas é Disney.

Quem vai aos parques da Disney é tratado como um convidado único, como se estivesse em um universo mágico.

Adereços, fantasias e outros recursos temáticos transformam o modo como as pessoas veem o parque — e a marca. O atendimento e postura dos funcionários também supera toda e qualquer expectativa.

Além dos exemplos que vemos na atualidade, há diversos dados que comprovam a consolidação dessa nova economia.

O relatório CX Trends 2022, da Zendesk, por exemplo, revelou que 90% dos consumidores entrevistados gastam mais com companhias que personalizam o atendimento ao cliente. Somado a isso, 60% também disse que agora têm padrões de atendimento muito mais altos do que tinham antigamente.

Ou seja, entregar boas experiências é a principal tendência de mercado tanto para as empresas quanto para os consumidores.

>>> Leia mais: Vivemos na Economia do Conhecimento. Você sabe como se destacar nela?

Economia da Experiência - cinco estrelas amarelas em fundo azul

Habilidades para atuar na Economia da Experiência

A Economia da Experiência se reflete em diversos setores da sociedade, inclusive no mercado de trabalho.

Independente da área em que você atue, esse pensamento de foco na experiência do cliente se refletirá de alguma forma no seu dia a dia profissional.

Em função disso, algumas habilidades serão mais exigidas pelas empresas dentro desse novo contexto. Abaixo, apresentamos as principais:

Empatia

Empatia é capacidade de se colocar no lugar do outro. Com esse movimento de pensar em mais necessidades dos clientes/consumidores, essa habilidade estará cada vez em mais destaque.

Afinal, a empatia ajuda a entender o modus operandi dos clientes, compreendendo como ele vê o mundo e quais são os seus valores.

Proatividade

A proatividade já é uma competência muito valorizada no mercado de trabalho. Contudo, nesse novo modelo econômico, a tendência é que ela ganhe uma posição ainda mais central.

Ser proativo é essencial para encontrar formas de inovar e melhorar a experiência do cliente. Lembre-se que atualmente os consumidores têm expectativas altas e estão sempre buscando pelo serviço mais personalizado e com melhor atendimento.

Engajamento

Essa palavra é bastante usada no universo corporativo. Engajamento é vestir a camisa da empresa sendo, antes de qualquer coisa, um grande propagador e entusiasta da sua marca.

O engajamento é essencial para entregar uma boa experiência ao cliente. Afinal, ele permite que você se dedique de forma profunda, resolvendo os problemas e entendendo as necessidades do seu público-alvo.

>>> Leia mais: Telas, telas e mais telas: os impactos da Economia da Atenção

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E aí, gostou de conhecer mais sobre a Economia da Experiência?

Além de trabalhar as habilidades citadas acima, existem alguns cursos que se destacam nesse cenário. São eles:

Essas formações vão prepará-lo para esse novo cenário econômico, trazendo o que há de mais moderno em termos de administração, negócios e marketing.

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